O Aborto dos Outros

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O Aborto dos Outros é um filme sobre a maternidade no seu ponto limite. A narrativa percorre situações de aborto dentro de hospitais públicos que atendem mulheres vítimas de estupros, interrupções de gestações em casos de má-formação fetal sem possibilidade de sobrevida depois do nascimento e abortos clandestinos.

O documentário mostra os efeitos perversos da criminalização para as mulheres e aponta a necessidade de revisão da lei brasileira.

Depois de três anos de pesquisa, a realizadora acompanhou, durante cinco meses, o drama de inúmeras mulheres que estavam prestes a interromper a gravidez, muitas delas autorizadas por lei, outras que recorreram ao aborto clandestino.

O documentário revela que, no Brasil, mais de um milhão de abortos clandestinos são realizados por ano,em especial, na cidade de São Paulo; colocando em foco a polémica discussão sobre a criminalidade, já que constata que inúmeras mulheres continuam a fazê-lo, nas condições que encontram, com atendimento adequado ou não.

 

Documentário MIAU – Movimiento Insurrecto por la Autonomia de Una misma

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O “MIAU: Movimiento Insurrecto por la Autonomia de Una misma”, se reúne toda noite, estuda e trabalha para construir a autonomia básica: a de nosso corpo. E faz isso em solidariedade, porque é mais divertido do que se libertar sozinha. Este documentário é uma homenagem a todas aquelas que ignoram o funcionamento de nosso corpo e nos vemos submetidas a qualquer estrutura machista e patriarcal, ou médica, farmacêutica ou qualquer tentativa de nos silenciar. O MIAU é dedicado a todas as mulheres, bruxas, gatas, que lutaram pela liberdade. E como não há lutadora que não é perseguida pelo poder, todas aquelas que foram mortas, perseguidas, torturadas vivem em nossas almas guerreiras.

La mujer como victima singular de la medicalizacion (carta a una mujer que eres tu) – Roberto Sanchez

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“Querida lectora:

“Todas las mujeres tienen que ir al ginecólogo una vez al año a hacerse una revisión”: mentira.

“Todas las mujeres tienen que ir una vez cada dos o tres años a hacerse una revisión”: mentira.

“Las mujeres deben hacerse una citología todos los años para prevenir el cáncer de cuello de útero”: mentira.

“Pues a mí el ginecólogo me la hace todos los años. Me la tengo que hacer”: mentira.

“Todas las mujeres tienen que hacerse una ecografía vaginal y de los ovarios todos los años”: mentira.

“Tengo una prima a la que le detectaron unos quistes y se los tuvieron que quitar. Por suerte no fueron malos. Por eso yo me la tengo que hacer”: mentira.

“En cuanto antes se empiecen a hacer mamografías mejor. Si tienes un cáncer te lo detectan antes y te puedes curar más probablemente”: mentira.

“Hay que hacerse una mamografía todos los años”: mentira. (…)”

Linda carta do médico de família Roberto Sanchez à todas as mulheres. Sobre rotinas ginecológicas e a medicalização do cuidado na atenção à saúde das mulheres. Texto completo (em espanhol) para download aqui.