Entrevista Diário Catarinense

Entrevista Folha Equilíbrio: Mulheres largam pílula e convocam parceiros a participar da contracepção
Fevereiro 23, 2017
Entrevista UOL
Março 22, 2017

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Defensora da disseminação de informações para escolha consciente de métodos contraceptivos, a ginecologista Halana Faria, que atua em Florianópolis e São Paulo, é mestra em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo. A especialista também atua no Coletivo Feminista Sexualidade em Saúde, uma ONG que enfoca a atenção médica humanizada a mulheres desde 1981. Na internet, ela mantém o blog Casa de Amaterasu, onde aborda a ginecologia sob a perspectiva feminista. 

Confira a entrevista concedida ao Diário Catarinense sobre o caminho que vem sendo feito pelas mulheres na direção oposta à pílula anticoncepcional:

Por que tantas mulheres usam anticoncepcional?

Historicamente a pílula foi um avanço enquanto símbolo, porque as mulheres passaram a exercitar sua sexualidade desatrelada da reprodução. Mas esse método torna-se hegemônico por vários motivos. Pela influência de laboratórios farmacêuticos sobre a prática médica, porque cai como uma luva na crença da “ciência ginecológica” de que o corpo feminino sempre precisa de correção. Então a pílula passa a ser encarada como uma medicação para além da contracepção: ela regula pelos, acne, cólica, dor nas mamas, TPM. E também porque para muitas mulheres a praticidade e modernidade associadas à pílula é interessante. É recente que as mulheres e pessoas de maneira geral questionem as instituições e as coisas que consomem. É um método contraceptivo e não acho que devamos descartar nenhum deles. Ela vai ser um bom método para algumas mulheres e para outras não.

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