Saúde das Mulheres

Luiza Cadioli

Médica de Família e Comunidade


Nathalia Cardoso

Médica de Família e Comunidade


Aline Oliveira

Médica de Família e Comunidade


Daniela Donação

Médica de Família e Comunidade


Carla Cristina Marques

Médica de Família e Comunidade


Thaís Machado

Médica de Família e Comunidade


Adriana Hespanhol

Médica de Família e Comunidade


Halana Faria

Ginecologista Obstetra


Saúde das mulheres, a ginecologia obstetricia por uma ótica mais feminista.

A ginecologia feminista não é uma especialidade médica e sim um jeito de construir atenção à saúde das pessoas a partir do cotidiano de atendimentos do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde

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Pretende transgredir as relações usualmente paternalistas e hierárquicas com profissionais de saúde. Aqui a pessoa é entendida como capaz de entender seus processos fisiológicos e de doença, decidir sobre o que é melhor para si e atuar para viver uma vida boa.

As profissionais de saúde nesse contexto vão ajudá-la/o a encontrar as melhores informações e traduzir evidências científicas. Vão ouvi-la/o e construir juntas/os um projeto terapêutico de acordo com as demandas da pessoa. A pessoa está no centro de seu cuidado e a terapêutica é pensada de maneira a contribuir para que ela possa ter autonomia para cuidar de si mesma. Entra aí a centralidade da fitoterapia e outras práticas suaves de auto-cuidado.

O cuidado é livre de dano. O exame físico é pensado para que possa proporcionar uma oportunidade de conhecer-se e superar as memórias de dor e constrangimento vividas nesse contexto. Os exames complementares são realizados conforme necessidade individual de cada mulher. As “rotinas ginecológicas” e check-ups são problematizadas com a mulher para que possa entender quando cada um dos exames está indicado.

O atendimento é pautado por profundo respeito à orientação sexual e identidade de gênero visando recuperar a oportunidade de todas as pessoas a uma boa interação com seus cuidadores/as.

A ginecologia feminista propõe uma reinterpretação da fisiologia, etapas de vida e história das mulheres a partir das lentes do feminismo. Não falamos de sexologia mas de sexualidade. TPM é uma janela de oportunidade para observar-se o que se sente e também a construção social de um momento em que é permitido à mulher o descontrole. A maternidade uma opção. A mulher com gravidez indesejada ouvida e acolhida. A menopausa, não o declínio, mas o fim de um ciclo e uma nova etapa de potência e criatividade. O planejamento é reprodutivo e não familiar.

A ginecologia feminista é uma oportunidade para um cuidado livre de julgamento e moralismo e cheio de liberdade e amorosidade com quem somos.

Halana Faria

Atendimentos realizado por médica Ginecologista, Médicas da Familia e Comunidade e Obstetrizes:

Atendimento em ginecologia e obstetrícia

Atendimento Pré-natal

Consultoria em amamentação

Acolhimento de Gravidez indesejada

Orientação de métodos contraceptivos

Preparação e planejamento para o parto domiciliar

Cartilha: Uma conversa com profissionais da saúde e do direito sobre os direitos das mulheres no parto.

Esta cartilha foi pensada para todo(as) profissionais que queiram saber sobre os direitos das mulheres na assistência ao parto, em especial médicos(as), enfermeiros(as), obstetrizes, técnicos(as) de enfermagem e também advogados(as) que atualmente trabalham com o tema da violência obstétrica.